segunda-feira, 27 de junho de 2011
“Talvez não exista um motivo real e lógico, ou talvez nem exista sequer um motivo, mas, meu Deus!, como você me dói de vez em quando. E como me dói ultimamente. E já não sei mais agir diante da sua indiferença, a não ser com uma indiferença ainda maior. E orgulho. Não é que não doa…”
(Caio Fernando de Abreu)
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Martha Medeiros
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