''No matter what happens in life, be good to people. Being good to people is a wonderful legacy to leave behind.”
- taylor swift
domingo, 30 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
não sei ser o suficiente pra alguém. não exijo que as pessoas mudem por mim. mas de alguma forma elas parecem não estar contentes com quem eu sou. não por isso. podem ir embora, podem se afastar de mim. pois consigo ver quem gosta de mim por quem eu sou e não por quem eu poderia ser somente para ser “melhor” aos olhos de outros.
quatro e trinta e oito da manhã, duas chamadas suas perdidas no meu celular, e uma mensagem reclamando porque não te atendi. fiquei pensando em algumas coisas, e resolvi escrever. cá entre nós, você não é o mais perfeito do mundo, apesar que, para mim, ninguém chega aos pés da sua beleza. a sua voz não é a mais fofa e a mais gostosa, seu cabelo não é o mais lindo, mas para mim, tudo que eu queria passar as mãos e sentir, seria eles. você não é o mais fofo, nem o mais gentil, mas não importa se outras pessoas falarem coisas melhores que as que você fala, vão continuar sendo só os outros. você tem tantos defeitos, defeitos que eu odiava antes…hoje eu já nem ligo mais, quisera eu odiar alguma parte de você, acho meio impossível…com todos os defeitos, com todos os ”poréns” e todos os ”mas” eu te amo, e não te trocaria por ninguém, nem mesmo a pessoa mais linda do mundo, com a voz mais doce, as palavras mais fofas e os gestos mais gentis. ninguém seria como você.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
não deixe que pensem por você. pense por você mesmo.
queremos apenas um beijo na testa quando o silêncio chegar. um eu te amo quando o assunto faltar. queremos só um linda ao invés de gostosa. queremos uma flor em um dia qualquer, só uma. queremos um telefonema sem motivos, apenas pra que a nossa voz seja ouvida. queremos planos de casamento. queremos que nos faça sentir segura apenas ao nos envolver com seus braços. não queremos só palavras, queremos gestos. pequenos gestos.
ultimamente ando me irritando fácil demais. deve ser porque eu cansei de ver coisas que não me agradam e ficar quieta, cansei de ver tanto fingimento estampado na cara das pessoas. muitas coisas esgotaram, pois eu cansei. cansei das decepções, das coisas ruins que acontecem comigo e ao meu redor, do tédio, das noites que o sono demora pra chegar, das lembranças que só me trazem lágrimas, das pessoas que, só lembram que existo quando precisam de algo. me sinto sem capacidade de fazer o que fazia antes, ou até mesmo de ser um pouco daquilo que era antes. provavelmente por conta de tudo isso. não me cansei de viver, apenas cansei das pessoas e de suas atitudes. cansei de não conseguir enxergar quem elas são de verdade.
eu já tentei tantas vezes descrever pra mim mesma o que eu sinto, já tentei descobri se isso tudo é realmente amor, ou se é só uma paixão. eu nunca senti.. eu não consigo te tirar da minha cabeça, eu me distraio ás vezes mas quando menos percebo estou te imaginando ao meu lado por que é difícil não ter você aqui. você me faz tão bem que queria ter a oportunidade de fazer isso por você também, e eu sei que temos momentos bons e ruins mas nada parece conseguir mudar o meu sentimento e espero que também não faça você desistir de mim por que eu te amo e amo muito, amo seu jeito… eu amo você
e há quem diga, que a distância atrapalha, e que por causa dela o amor não existe, mais é por causa da distância que os beijos começam a ser sonhados e os abraços tão desejados. os encontros tornam-se desejos. o coração passa a ser um só. a solidão pode até bater em sua porta, uma ou duas vezes. mas a certeza de ter um ao outro, acaba com qualquer solidão. os planos começam a ser feitos, com a certeza de que serão cumpridos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Não estranhe se nesse exato momento eu me declarar completamente apaixonada por você. Assim mesmo, toda bobona. E não ligue se eu começar a beijar a tela do computar quando a sua cam estiver ligada. É um jeito doido de sentir você. Não se assuste se eu cruzar o oceano a nado, e tocar a campainha da sua casa . É que eu preciso tocar você. E deixar que você me toque também. Sabe o que é? É essa mania que eu tenho de ser intensa em todas as coisas. E de não medir as consequências. E de não me contentar com o “talvez”, ou o “mais ou menos”. E de acreditar que tudo pode dar certo . E de querer tudo pra ontem. E de me entregar por inteira. Dos pés à cabeça. Da razão à emoção. E de me referir a você através do pronome possessivo “Meu”. Não fuja de mim se eu aparecer por aí com meu violão nas costas, e cantar pra você. É que eu te quero tanto, tanto, que eu nem sei dizer. Sem qualquer tipo de explicação. Puramente ilógico. Altamente explosivo. Completamente irracional. Porque o que eu sinto por você não precisa ser denominado. Ou explicado. nem parafraseado. Eu quero você. E não importam as circunstâncias. Nem a distância. Muito menos as consequencias. Eu quero você. Eu quero ser só de você. E quero pra valer.
Suélen Pacheco
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
me irrite. me faça ciúmes. me diga que estou sendo chata. me diga que sou grossa. me morda. me faça cócegas. me fale coisas lindas. me faça sorrir. me abraçe. me ligue. me faça sonhar. me faça uma música. me diga qualquer coisa. me diga que vai sair com outra, e apareça de surpresa. me mostre a realidade. me dê conselhos, daqueles que só você sabe. me dê esperanças, mas só se for se realizar. me deseje sorte. me ame. mas o principal, se não pretende fazer essa última coisa, me faça te esquecer.
domingo, 16 de janeiro de 2011
ele vai te machucar, você sabe. você vai sair com o seu coração quebrado mais uma vez, vai bater a porta com muita raiva, mas essa raiva é de si mesma. e então você vai chorar rios de lágrimas porque pensou que dessa vez poderia ser diferente. é sempre assim, é sempre isso que você faz, e não se cansa. mesmo sabendo que ele não se importa você continua se importando.
ela vai mudar, vai gostar de coisas que ele nunca imaginou. vai ficar feliz de ver que ele também mudou. mas espera que ele ligue a qualquer hora, para conversar, perguntar se é tarde para ligar. dizer que pensou nela, estava com saudade mesmo sem ter esquecido que é sempre amor mesmo que acabe, com ela aonde quer que esteja. é sempre amor mesmo que mude, é sempre amor mesmo que alguém esqueça o que passou.
sábado, 15 de janeiro de 2011
talvez um dia você acorde cedo e sinta saudades de mim. procure e não encontre nada que te faça feliz. e você abra a janela, saia na rua e grite meu nome. e mesmo assim eu não estarei aí. talvez um dia as nuvens do céu desenhem meu rosto. a lembrança te fará chorar e as lágrimas te impedirão de me ver e mais uma vez eu não estarei aí. talvez um dia passeando na praia, você encontre meu nome escrito na areia, e aí, mesmo que você não queira, as águas do mar me levarão para longe e mais uma vez eu não estarei aí. talvez um dia você perceba que eu existo, mas o tempo passou tão depressa e me levou com ele, e só você não foi capaz de seguí-lo. e mais uma vez não estarei aí. talvez um dia você perceba que eu sempre estive ao seu lado, mas esperei tanto e resolvi partir.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
eu não espero que você seja o-grande-amor-da-minha-vida, parei de acreditar nisso na quinta série. não quero que você me faça chorar. não quero que você seja um motivo ruim na minha vida. não quero que você me largue. não quero te largar. não quero ter motivos pra ir embora, pra te deixar falando sozinho, pra bater o telefone na sua cara. e eu não tenho medo que isso aconteça (eu nunca tenho), eu fiz isso com todos os outros. é só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente. dessa vez, com você, eu queria que desse certo.
eu caí...
muito feio. sabe aqueles tombos de cabeça e tudo que você se rala inteiro? foi mais ou menos o tombo que meu coração sofreu, mas eu vou levantar. e a hora que isso acontecer, espero que você esteja longe, ou vou cumprir tudo aquilo que disse quando estava brava.
remexi no meu passado hoje, não naquele que guardamos na cabeça, e nos faz cair no choro ou no riso com lembranças. mas sim, naquele material, naquele guardado no fundo da gaveta, talvez porque eu nem lembrasse mais que existisse, ou porquê escondi as provas dele. eu chamo de caderno, mas não são, são agendas, me identifico melhor descrevendo cada dia, exatamente em sua data. começou quando fiz terapia durante quase dois anos, não porque eu fosse louca, porque embora algumas pessoas ainda sejam ignorantes a ponto de dizer que ir ao psicólogo é coisa de gente louca, eu ia porquê sempre tive dificuldade de explicar para os meus pais o que se passava comigo, eles não entendiam, ou muitas vezes não tinham tempo de ouvir, e nessa eu guardava tudo pra mim, e fui ficando meio rebelde. portanto, pedi que fosse pra psicóloga. admito, foi um tempo de equílibrio, tanto psicológico quanto social MUITO grande pra mim, eu tinha alguém pra conversar, que eu podia chorar ali, me descabelar, e ela ainda me olharia da mesma maneira e aquelas conversas realmente nunca sairiam dali. não que eu não gostasse de conversar com amigos, mas infelizmente as amizades passam mais rápido do que imaginamos. enfim, um dia essa psicóloga me disse que eu deveria escrever tudo aquilo que não tinha coragem de gritar. no começo, não entendi qual era a finalidade, eu escrevia, mas apenas porque fazia parte do que havíamos combinado, peguei esses meus primeiros cadernos hoje, ri, não de mim, mas sim de como meus ''problemas'' antigos, eram tão bobos comparados aos de hoje, existem várias linhas riscadas e eu só sabia reclamar dos meus pais, que eles não me davam atenção, que eles achavam meus problemas besteira, realmente, pra dois adultos, os problemas de uma menina de treze anos, são idiotas. mas para mim, não eram. pouco depois disso, parei de fazer terapia. na realidade, meu pai me tirou da terapia, até hoje não sei porquê. mas não deixei de escrever, em outro caderno tenho algumas folhas, que diziam que eu iria voltar pra terapia escondida, haha, os primeiros meses me deixaram perdida, eu escrevia muito, por não confiar em ninguém para contar. os outros cadernos começaram a ficar menos rebeldes a medida que eu aprendi a me virar sozinha, aprendi a ser feliz, sorrir por nada, e mentir. não sou hipócrita a ponto de dizer que não minto, eu minto sim, e bem demais até, com isso fiquei boa em enxergar a verdade e a mentira nas pessoas. li todas as minhas agendas sem exceção de nenhuma, vi ali a descrição do primeiro menino que beijei, como eu fiquei boba quando isso aconteceu, nem dormi no dia, e pensei que ele ia estar comigo pra sempre, algumas folhas depois mostram que isso não aconteceu. ai apareceu outra pessoa, cuja eu não esperei tanto como da primeira, e justamente por isso, ele me quis mais, e eu não quis ele. talvez eu tenha deixado passar alguém importante, ou talvez não. logo depois vêm a minha mudança de escola, minha revolta com meu pai por fazer isso, e como eu odiava aquele lugar, aquelas pessoas e a maneira como elas falavam. algumas folhas depois, me vi acostumada com o novo ambiente, as pessoas, e mais madura. confesso que com todo o jeito do meu pai, ele ter me mudado de escola, foi a melhor coisa que poderia ter feito por mim, encontrei minhas melhores amigas, um tipo de amizade que eu realmente desconhecia, pessoas que se importavam com você, te ligavam de tarde só pra saber o que você estava fazendo, pessoas que brincavam com meu jeito de falar e que mesmo assim tinham um cuidado sabe? coisa de amigo mesmo. e nessas horas, eu me pergunto porque o meu caderno de 2009 e de 2010 girou em torno de uma pessoa, e não deles. vejo ali, alegria, e duas folhas depois, me perguntando o que eu havia feito de errado. e assim foi, o ano todo.
comprei minha agenda nova, e sinceramente, eu não sei se quero desperdiçar 365 folhas com você novamente.
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