sexta-feira, 30 de setembro de 2011
''Sabe essa garota que tá dançando lá na pista e você tá babando por ela, amigo? Minha ex namorada. Faz uns três meses que eu terminei com ela. Eu a traí todos os dias. E quando ela dizia que me amava eu ria. Sabe essas roupas coladas e esse cabelo pro lado que ela tá usando aí? Ela costumava usar uma camiseta rosa e um shorts, com o cabelo preso pra trás. Mas ela não conseguia ficar feia, eu só não sei porque nunca a disse isso. Ela era louca por mim. Me mandava mensagem de bom dia, depois me lembrava de amarrar os cadarços que eu sempre esquecia, colocava sempre na minha agenda os horários do meu dentista e sabe como eu retribuía? Vinha aqui zoar com meus amigos e ficar com umas que passassem de cabelo pro lado e roupa colada, assim, como ela tá hoje. Ela cuidava de mim todo fim da noite, mesmo que eu passasse o dia inteiro ignorando ela… Ela ainda ia lá, dizer que os anjos dela iam cuidar de mim. Era a garota mais grudenta, ciumenta, complicada e estranha que eu já tinha conhecido. Eu gostava mesmo era dessas aí, de ficar uma noite e me darem o telefone errado. Aí eu terminei com ela. Falei que ela era trouxa e burra por acreditar em mim. Dois dias depois, eu vi uma foto dela e chorei. Três dias depois, eu liguei pro celular dela e ela não atendeu. Quatro dias depois, eu fui na casa dela e ela disse que tava ocupada pra falar comigo. Cinto dias depois, eu não tive vontade de sair. No sexto, sétimo e no resto dos meses eu sentia falta dela todos os dias. Até que me puxaram pra uma balada, a mesma que eu ia pra ficar com essas meninas que não querem saber de mais nada a não ser delas mesmas e a encontrei aqui. Linda. Os olhos delas brilhavam. Eu fui falar com ela e ela ficou comigo. Achei que, dessa vez, eu podia tê-la nas mãos de novo, mas dessa vez, pra valorizá-la. Pedi seu número do celular novo e ela me deu. Liguei no dia seguinte e a moça da padaria atendeu: Número errado. Chorei. De saudade. Arrependimento. Receio. E de saber que a garota que eu ria, se tornou na garota que ria de mim. Pior, a garota que era minha, agora tinha um tanto de caras querendo ser dela e ela querendo aproveitar o tempo que perdeu. Eu fiz a garota dos meus sonhos ser o sonho de todos os garotos por aí. Eu a perdi. E sabe o que ela me falou no começo da festa? Que ela não era trouxa e nem burra de acreditar no amor que eu dizia sentir por ela. E sabe o que dói? Vê-lá dançando, rindo e não se preocupou em nenhum momento em olhar pra cá, me ver babando por ela e chorando por nunca ter percebido o quanto ela era importante pra mim, antes.''
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
e todas as noites eu peço, que a minha intensidade não me impeça de respirar vezenquando, pois suspiro o tempo todo pra encontrar espaço nesse peito que já nem se cabe. que essas explosões de vida, de beleza e dor me permitam ao menos, por alguns momentos, absorvê-las com tranqüilidade: para que eu consiga dormir sem ter de chorar ou gargalhar até a exaustão, pois sinto falta de apenas lacrimejar ou sorrir sem contrações, descontraída. que a felicidade não me doa sempre e tanto, a ponto de assustar. que haja alguma suavidade nos meus olhos diante do cotidiano e que eu não me emocione exageradamente com esta delicadeza. que eu possa contemplar o mar sem que ele me afogue por completo. que eu não viva só em caixa alta, com esses gritos que arranham silêncios e desgovernam melodias. que eu saiba dizer sem que isso me machuque demais. que eu saiba calar sem que isso me provoque uma tagarelice interna inquieta. que eu possa saber dessa música apenas que ela se comunica com algo em mim, nada mais. que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. e que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia...
se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. e ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, e que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. porque é isso que nos importa, não é? o sorriso um do outro.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sabe todas as noites que passamos jogando conversa fora? todos os beijos embaixo do chuveiro? todos os abraços que seguravam lágrimas, já pensando na saudade que sentiriamos um do outro? todos os carinhos que faziam o tempo não passar.. todas as risadas por motivos bobos, todos os colos por segurança, toda a confiança, todas as noites que eu passei em claro pensando no “para sempre”, todas as cartas que eu ficava dias escrevendo só imaginando seu sorriso quando você fosse ler, todas as nossas brigas bobas, todos os ciúmes bonitinhos, todas as nossas gracinhas, todos os nossos planos para ficarmos juntos, todas as vezes que um parava e olhava no olho do outro e simplesmente ria, todas cochiladas no meio da madrugada, me fazem ter mais certeza de que você é meu ponto de paz. cada lágrima, cada momento que eu tive que ser forte, cada nervoso, cada madrugada em claro, cada folha de caderno gasta, cada ligação que não completava, cada infantilidade para chamar a sua atenção, me fazem ter mais certeza de que eu te amo. e que isso nunca vai acabar.
“Tudo bem, queremos meninas legais, sexy, saradas, bonitas, inteligentes e boazinhas! Muito fácil falar, pois quando aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente pensa é: oba, me dei bem!! ficamos com elas uma vez, duas. Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães gostariam de ter como noras. Se sair um relacionamento, vai ser uma relação estável. Você vai buscá-la na faculdade, vocês vão ao cinema, num barzinho. Tudo básico, até virar uma rotina sem graça, você vai olhar os caras bem vestidos e bem humorados indo pra noite arrasar com a mulherada e vai morrer de inveja. Vai sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite, falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista. Você pensa: acho que não estou pronto pra isso, pra me enclausurar pro resto da vida nesse relacionamento.E a boa menina se transforma numa mala, e aos poucos vai surgindo um nojo dela, uma aversão. Quando você vê o nome dela no celular, não dá vontade de atender… Já era. Aquela promessa da vida estável vai por água abaixo, se a menina não se dá conta, nós começamos a ser grossos, muito grossos. E a pobre menina pensa: o que eu fiz? Coitada, ela não fez nada, a culpa é nossa mesmo. Aí, voltamos pra nossa vidinha que nós tanto odiávamos até semanas atrás. Não vemos a hora de sair e arrasar na noite, ou pegar aquela mulher gostosona que sempre quisemos. Grande desilusão. Por mais que não queira, você pensa na sua menina boazinha que você deixou para trás. Ela podia ter seus defeitos, mas era uma menina legal, que ficaria ao seu lado te dando valor. Enquanto isso a boa menina, chateada, lesada custa a entender o que ela fez pra ter te afastado dela, AÍ ESSA DUVIDA VIRA ANGÚSTIA, QUE VIRA RAIVA. A MENINA MANDA TUDO PARA PUTA QUE PARIU! Não quer mais saber de nada, só de sair, zuar, dançar e beijar outros caras. Resolve então não se envolver mais, para não sair lesada ou chateada, muito bem! Acabamos de criar uma monstra. O tempo passa e nós continuamos na mesma, volta a reclamar da vida e das mulheres, elas só querem as coisas com homens cachorros, ou será que nós é que fomos cachorros? Elas são assim por nossa culpa. A mulher da night de hoje, era a boa menina de outro homem ontem, e assim sucessivamente. Provavelmente essa nossa ex-boa menina, deve estar enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí. Eu a perdi para sempre, ela virou uma mulher enlouquecedora… Eu a encontrei na balada, e ela? Nem me olhou… Mas estava mais linda do que nunca."
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
''Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem... To feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem..''
sábado, 24 de setembro de 2011
''Eles não combinam. Não são o típico casal fofinho, invejado pelas pessoas em geral. Vivem em guerra, mesmo que indiretamente. Os dias de paz são poucos. Mas se amam, e isso é o suficiente. Ele gosta do sol e ela da chuva. Ele é decidido, perspicaz, e possui um ego do tamanho do mundo. Ela se finge de forte, chora à noite, insegura que só vendo… Os times são rivais. As personalidades são fortes demais, e entram em conflito diariamente. Ele adora sair com os amigos, e ela gosta de ficar em casa assistindo algum filme de romance. Ele é sério e centrado, ela é risonha e atrapalhada. Ele é alto. Ela baixinha. Ele é carinhoso, enquanto a estupidez dela, a guia por todos os cantos. Veja bem, eles não combinam. E, possuem todas as chances para não dar certo. Mas o amor entrou no meio, fez um rebuliço dentro de cada um, e no fim... São perfeitos um para o outro.''
ta pesado, ta pesado mesmo, tão quanto um elefante ou um trator, to dizendo, não é exagero, ta pesado, ta pesado e eu não quero dividir, se ta comigo é porque aguento, certo? não se preocupe, eu sei que posso e se não puder, a gente para, descansa um pouco e depois segue em frente...eu sempre fui pequena de tamanho, mas meu coração e vontade são grandes, eu sei..
domingo, 18 de setembro de 2011
Alguns escrevem pela arte, pela linguagem, pela literatura. Esses, sim, são os bons. Eu só escrevo para fazer afagos. E porque tinha de encontrar um jeito de alongar os braços. E estreitar distâncias. E encontrar os pássaros: há muitas distâncias em mim (e uma enorme timidez). Alguns escrevem grandes obras. Eu só escrevo bilhetes para escondê-los, com todo cuidado, embaixo das portas."
você foi covarde. pela gentileza de sempre dizer sim, repetidos sim, quando não estava ouvindo. já desfrutei de sua covardia, porque não fui escolhida. fui aquela que deveria ter sido, enterrada sem morrer, o que desapareceu permanecendo perto. sua ferida, seu feriado. quer um conselho? finge que a dor que sente é a minha para entreter sua dor. saudades ficam violentas quando mudamos de endereço. saudades ficam insuportáveis quando mudamos de sentido. talvez fosse só compaixão mesmo.
- texto antigo.
- texto antigo.
-
Ando um pouco para dentro, não sei se você entende. Me fechei um pouco, de tudo. Me abri para mim, me fechei para o resto. Ainda não sei se é certo ou no que vai dar, mas garanto que estou me descobrindo um pouco.
Caio Fernando Abreu
me diga que está triste, eu consolo. me diga que nunca foi tão feliz, eu concordo. me ame ou me odeie. me mande pra puta-que-o-pariu ou me convide pra ir com você. exploda na minha cara ou se derreta na minha mão. deixa eu te ver morrendo de tanto rir ou com vergonha das olheiras de tanto chorar. só não me esconda o rosto. me abrace, me esmurre, me lamba ou me empurre. só não me balance os ombros.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
"Mas o que houve — o tropeço, o solavanco, o esbarrão, a tosse no meio da área lírica —, o que houve foi um pensamento impiedoso e exatamente assim: não faço parte disso. Não uma dúvida, mas uma certeza. Absoluta.
Sem inveja nem mágoa, revolta ou vontade furiosa de que pudesse ser de outra forma. Secamente, definitivamente, eu não fazia parte daquilo. (…) Por razões que não sei explicar; e nem precisariam tentar ser explicadas porque eram e, pior, continuam sendo completamente indiscutíveis.
Eu não fazia parte, e pronto."
Sem inveja nem mágoa, revolta ou vontade furiosa de que pudesse ser de outra forma. Secamente, definitivamente, eu não fazia parte daquilo. (…) Por razões que não sei explicar; e nem precisariam tentar ser explicadas porque eram e, pior, continuam sendo completamente indiscutíveis.
Eu não fazia parte, e pronto."
“
— Caio Fernando Abreu
"Apaixone-se por alguém que te curte, que te espere, que te compreenda mesmo na loucura,por alguém que te ajude, que te guie, que seja teu apoio, tua esperança. Apaixone-se por alguém que volte para conversar com você depois de uma briga, depois do desencontro. Apaixone-se por alguém que sente sua falta e que queira estar com você. Não apaixone-se apenas por um corpo ou por um rosto ou pela ideia de estar apaixonado."
“
— Autor desconhecido
"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço."
“
— O Pequeno Príncipe
meu coração está tranquilo. em paz. agora sei que paz é exatamente isso, essa falta de cobrança, hoje estou tão… normal, entende? tá tudo indo pra algum lugar e sabe-se lá aonde e como isso tudo acaba. estar numa dessas é bom. não, na verdade, não é ruim. paz é paz. guerra é guerra. meu erro ainda é o de sempre: esperar ser salvo e deixar tudo indo, e indo… haja esperança.
''Veja bem. Não tô dizendo que superei, as feridas estão comigo, servindo de baliza pra reconhecer esse lado quente e fresco das coisas. Mas eu preciso ir, não posso falar contigo agora. Tenho pressa de apertar o play. Dá licença? Então sai debaixo da minha sacada. E da próxima vez que sair na chuva, vê se antes aprende a se molhar.''
pare de falar que você é o problema. pare de falar que você é invisível e que sempre faz tudo errado. para de se lamentar, se colocando pra baixo, deixando sua auto-estima no chão, já existem pessoas demais que fazem isso por você. se não deu certo, se não aconteceu, se não foi como você gostaria que tivesse sido, pare de se culpar infinitamente. algo deixa de acontecer muitas vezes, para não ocupar o espaço de um coisa muito melhor que está por vir.
uma hora a gente tem que partir. ás vezes sem fazer qualquer sentido. e sem motivos, o que é o pior. partir nunca dependeu muito de uma única pessoa. nunca. Depende da história, do destino mesmo, sabe? tem gente que fica, tem gente que vai. mada mais óbvio. se acostumar com as idas e vindas não é pra qualquer um. band-aid não cura tudo e borracha alguma apaga essas histórias. tem que doer, tem que fazer falta. viver é isso.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
eu acordo sem te ter por perto. quando que a vontade de acordar do seu lado vai passar? minha cama é de solteiro, mas juro que se apertasse um pouquinho dava. os travesseiros carregam o seu perfume e olha que na minha cama você nunca nem deitou, talvez seu cheiro já esteja em mim mesma, suas fotos permanecem espalhadas por vários lugares do meu quarto. não sei por que, mas nunca tive coragem de me livrar das suas lembranças. cansei do ”sei lá”, mas o orgulho não me deixou correr atrás de você, em nosso um ano separados guardei aquele cachorrinho de pelúcia que você me trouxe de viagem. meu celular não sai de perto de mim, não sei, sempre penso que vai ter algo, e na maioria tem, né seu lindo.
sábado, 10 de setembro de 2011
ás vezes me dá um medo...
medo de chorar denovo, de perder denovo, de ter que me recompor denovo! e quando eu vi, que consigo fazer mal a você, fiquei com mais medo. eu sei que aguento, já passei por tanta coisa..mas você, não merece mais nada de ruim na vida. fico aterrorizada com o pensamento de que você pode estar longe pensando em me deixar, eu preciso ver e ouvir, olhando nos teus olhos que você não vai fazer isso. eu preciso de você.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
aconselho que leiam ouvindo, too easy do one republic =)
hoje eu tenho plena certeza de pouquissimas pessoas valem a comida que comem. eu pensava — coitadinha de mim, ingênua — que, dessa vez, iria ser a minha vez. a vez em que eu me viria satisfeita com a vida e com uma felicidade estampada e cravada na alma que não pudesse se desfazer nem se soltar nunca. eu seria finalmente feliz, sem que ninguém e absolutamente ninguém pudesse me atrapalhar, que ninguém fosse enfiar o nariz e querer mandar e cuidar da minha vida. mas nem tudo é perfeito e quase nada na vida sai do jeito que a gente quer, elas apenas acontecem do jeito que devem acontecer, sendo a favor ou contra a nossa opinião. tenho certeza que nunca vou ser capaz de guardar algo tão imenso dentro de mim, sabe? um amor que simplesmente nasceu, sem pedir licença já foi entrando aqui se acomodando e ocupando um lugar maior, uma importância maior cada dia que passava. em casa tenho que admitir, estava extremamente satisfeita com a vida por ela ter me dado uma oportunidade e de ter sorrido pra mim. foi como se alguém tivesse chegado e simplesmente bagunçado a minha casa toda, bagunçado a minha rotina e não me via mais capaz de voltar para a mesma. como se eu fosse pequena demais pra acertar tudo de novo, reconstruir o que tinham destruído dentro de mim. agora virou só um montão-de-coisa-qualquer, sem importância, sem valor. na escola, eu vou pra honrar o ano que meu pai já deixou pago desde janeiro, apesar do chão me parecer mais confortável que aquele lugar e aquelas pessoas. ah, mas sempre tem aquela pessoa, bem medíocre e hipócrita, que não consegue se contentar, não consegue conviver com a felicidade alheia... aquela que não pode te ver bem, que completa a frase com ''ah mas se você ver tudo que ele já fez pra você.'' PORRA, ninguém quer saber o que aconteceu no passado da minha vida, nem eu, quem dirá os outros. por mais que façamos as coisas certinhas pra não magoar quem realmente nos ama, esse indivíduo de alma pequena sempre terá o prazer de sair pisoteando a sua vida como se fosse uma pilha de papel picado, chutando e amassando sem pensar que aquilo está ferindo (e muito!) alguém. e meus amigos? fora os que sempre tive absoluta certeza, outros são uma absoluta decepção, por isso deixo uma dica: confie desconfiando. somente aquele indivíduo de alma pura e coração bom é capaz de despertar confiança em você sem muito esforço, você a sente naturalmente e isso é lindo, é verdadeiro! entenda que as pessoas sempre vão preferir ouvir outras, sempre vão preferir as outras a você e farão você sofrer também. talvez eu esteja totalmente enganada, e gostaria muito que isso fosse verdade, mas também pode ser que eu esteja plenamente certa, afinal de contas, a vida é uma caixinha de surpresas. posso estar fazendo papel de idiota pra uns, de babaca pra outros, boazinha e inocente também, mas é, essa sou eu. gosto de verdades e sou feita delas, mas não precisam ser as mesmas sempre. gosto do imprevisível, do inesperado, do inacabado. o que você vê é só um esboço.
já falei tantas vezes: palavra é a coisa mais séria que existe na minha vida. por favor, não me engane. por favor, não me enrole. por favor, não minta. quando eu confio, confio de corpo, alma, coração. não faça com que eu perca essa pureza. entende? confiar é se entregar. dar a palavra é assinar um contrato imaginário: minha alma não vai ferir a sua. por favor, dê valor para as suas palavras.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
tem hora que dá uma imensa saudade de tudo. das risadas, dos abraços, das conversas, das brincadeiras. dá saudade até das coisas ruins, que não eram tão ruins quanto não ter nada disso por perto. várias frases entaladas na garganta, vários carinhos guardados pra quando isso tudo voltar. te quero todos os dias, meu amor.
“Eu sou tão boba as vezes, vivo repetindo que não vou amar, não vou gostar, não vou cuidar e quando dou por mim estou de mãos dadas com qualquer afeto que surge, qualquer carinho que chega. Não sei até onde isso pode ser um defeito, um erro e até um perigo, mas não me lembro de ter saido ilesa de tudo isso uma vez sequer. Sempre fica uma marca, uma saudade, uma solidão e no fim de tudo algo mal resolvido. Tenho chorado as vezes, quietinha, calada, lembrando de coisas e pessoas, até tento me recordar dos lugares, mas esses não fazem mais diferença, estou aqui agora. Das marcas que trago, todas elas tem escrito “amizade”, nenhuma durou para sempre, nenhuma foi sincera do lado de lá, todas me esqueceram de um modo rápido, e fico aqui me perguntando o porque. Eu acho que amigos deveria ser pra sempre, e que o outro só deveria se aproximar se fosse pra ficar, mas só eu acho. E ninguém vê as marcas, ninguém vê os choros, e então ninguém nunca vai saber.''
domingo, 4 de setembro de 2011
tenho consciência de que, talvez, eu esteja exigindo demais de nós dois. sei que tenho essa mania de ficar sonhando acordada e imaginando fatos que, possivelmente, nunca venham a acontecer. defeito de fábrica meu, desculpa - mas não há devoluções. tenho inseguranças, finjo que meus medos não existem mas, em certos momentos, não tenho controle sobre eles. e é aí que todas aquelas palavras cortantes saem pela minha boca, sem nenhum domínio meu. é nesses momentos que te digo aquelas verdades que te magoam e que me fizeram gritar com você. desculpa, eu não nasci para ficar segurando palavras. sou tão simples, tão fácil de ser lida. seja ele, por favor, seja ele o homem que vai me acordar todas as manhãs com um sorriso no rosto, seja ele o homem que vai me ver sem maquiagem, seja ele o único capaz de me ter por completo. jura, por favor, jura que você vai ser ele. eu não quero mais um desses garotinhos que aparecem na minha vida o tempo todo, não quero mais uma decepção para por na minha lista. quero ele, o homem que vai me amar mesmo depois de comer minha comida. que vai ser o genro favorito da minha mãe e vai me sujar de pasta de dente antes de dormir. seja ele, por favor.
Assinar:
Postagens (Atom)

















