quinta-feira, 10 de março de 2011

ele diz que até dormir se tornou uma tarefa difícil, que não consegue parar de pensar. faz-se presente através de toda e qualquer rede social a qual você possa pertencer, pra dizer como e quando lembrou de você ao escutar aquela música ou para lembrá-la de como seus olhos ficam pequenos enquanto você sorri. ressurge com recordações de momentos nos quais você ainda nem desconfiava que ele só tinha olhos pra você. entre pequenas brechas, penetrava sobre o muro que contruí, contra ele. existem inúmeras teorias sobre qual foi realmente a primeira vez em que seus caminhos se cruzaram e sobre como tudo seria mais fácil se…
não faz sentido e talvez esse seja o sentido afinal. carinhosamente entrelaça a mão na sua enquanto o polegar dele parece fazer suaves desenhos ao redor da sua pele. esboça um sorriso que confessa uma covinha tímida, enquanto tem dificuldade de manter os olhos fixos em você. você terá um enfarto muito em breve se não começar a inspirar profunda e lentamente. você sente seu rosto ficando corado e seu corpo passa a eliminar grandes quantidades de calor, a mão treme descontroladamente ao som da batida ansiosa dos seus pés no chão. escuta os mil ''eu te amo'' que ele pronuncia ao vento. disfarça.


esse texto é do meio de 2010, lembro exatamente o que sentia quando escrevi.

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