Não estranhe se nesse exato momento eu me declarar completamente apaixonada por você. Assim mesmo, toda bobona. E não ligue se eu começar a beijar a tela do computar quando a sua cam estiver ligada. É um jeito doido de sentir você. Não se assuste se eu cruzar o oceano a nado, e tocar a campainha da sua casa . É que eu preciso tocar você. E deixar que você me toque também. Sabe o que é? É essa mania que eu tenho de ser intensa em todas as coisas. E de não medir as consequências. E de não me contentar com o “talvez”, ou o “mais ou menos”. E de acreditar que tudo pode dar certo . E de querer tudo pra ontem. E de me entregar por inteira. Dos pés à cabeça. Da razão à emoção. E de me referir a você através do pronome possessivo “Meu”. Não fuja de mim se eu aparecer por aí com meu violão nas costas, e cantar pra você. É que eu te quero tanto, tanto, que eu nem sei dizer. Sem qualquer tipo de explicação. Puramente ilógico. Altamente explosivo. Completamente irracional. Porque o que eu sinto por você não precisa ser denominado. Ou explicado. nem parafraseado. Eu quero você. E não importam as circunstâncias. Nem a distância. Muito menos as consequencias. Eu quero você. Eu quero ser só de você. E quero pra valer.
Suélen Pacheco

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