terça-feira, 6 de setembro de 2011
aconselho que leiam ouvindo, too easy do one republic =)
hoje eu tenho plena certeza de pouquissimas pessoas valem a comida que comem. eu pensava — coitadinha de mim, ingênua — que, dessa vez, iria ser a minha vez. a vez em que eu me viria satisfeita com a vida e com uma felicidade estampada e cravada na alma que não pudesse se desfazer nem se soltar nunca. eu seria finalmente feliz, sem que ninguém e absolutamente ninguém pudesse me atrapalhar, que ninguém fosse enfiar o nariz e querer mandar e cuidar da minha vida. mas nem tudo é perfeito e quase nada na vida sai do jeito que a gente quer, elas apenas acontecem do jeito que devem acontecer, sendo a favor ou contra a nossa opinião. tenho certeza que nunca vou ser capaz de guardar algo tão imenso dentro de mim, sabe? um amor que simplesmente nasceu, sem pedir licença já foi entrando aqui se acomodando e ocupando um lugar maior, uma importância maior cada dia que passava. em casa tenho que admitir, estava extremamente satisfeita com a vida por ela ter me dado uma oportunidade e de ter sorrido pra mim. foi como se alguém tivesse chegado e simplesmente bagunçado a minha casa toda, bagunçado a minha rotina e não me via mais capaz de voltar para a mesma. como se eu fosse pequena demais pra acertar tudo de novo, reconstruir o que tinham destruído dentro de mim. agora virou só um montão-de-coisa-qualquer, sem importância, sem valor. na escola, eu vou pra honrar o ano que meu pai já deixou pago desde janeiro, apesar do chão me parecer mais confortável que aquele lugar e aquelas pessoas. ah, mas sempre tem aquela pessoa, bem medíocre e hipócrita, que não consegue se contentar, não consegue conviver com a felicidade alheia... aquela que não pode te ver bem, que completa a frase com ''ah mas se você ver tudo que ele já fez pra você.'' PORRA, ninguém quer saber o que aconteceu no passado da minha vida, nem eu, quem dirá os outros. por mais que façamos as coisas certinhas pra não magoar quem realmente nos ama, esse indivíduo de alma pequena sempre terá o prazer de sair pisoteando a sua vida como se fosse uma pilha de papel picado, chutando e amassando sem pensar que aquilo está ferindo (e muito!) alguém. e meus amigos? fora os que sempre tive absoluta certeza, outros são uma absoluta decepção, por isso deixo uma dica: confie desconfiando. somente aquele indivíduo de alma pura e coração bom é capaz de despertar confiança em você sem muito esforço, você a sente naturalmente e isso é lindo, é verdadeiro! entenda que as pessoas sempre vão preferir ouvir outras, sempre vão preferir as outras a você e farão você sofrer também. talvez eu esteja totalmente enganada, e gostaria muito que isso fosse verdade, mas também pode ser que eu esteja plenamente certa, afinal de contas, a vida é uma caixinha de surpresas. posso estar fazendo papel de idiota pra uns, de babaca pra outros, boazinha e inocente também, mas é, essa sou eu. gosto de verdades e sou feita delas, mas não precisam ser as mesmas sempre. gosto do imprevisível, do inesperado, do inacabado. o que você vê é só um esboço.
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