era ridículo de tão simples. nós não tínhamos nada, eu sei, mas meu coração sabia transformar o momento em que você me chamava de “linda” no momento mais lindo de todos. ficava tudo gravado em câmera lenta dentro de mim. era maravilhoso, te juro. sem sentido eu me lembrar do seu cheiro porque a única coisa que eu tenho é aquele restinho do teu perfume na frente da minha blusa, sem sentido eu lembrar das imagens em câmera lenta porque as fitas estão se queimando dentro de mim e se eu ponho pra rodar, eu entro em pane e tudo gira rápido demais. não sei direito como isso se chama…
(agenda antiga)
Nenhum comentário:
Postar um comentário