domingo, 24 de julho de 2011
eu me arrisco em corações vazios. e por incrível que pareça, me tornei perita neles, a ponto de aconselhar um amigo que ''pessoas frias existem, pessoas quem precisam da nossa indiferença pra nos tratarem com amor'', e, seilá, vai ver as minhas mãos estão cansadas de redigir loucuras que nem eu consigo explicar depois. porque eu sou como os créditos finais de um filme, tô sempre me acabando e, quem vê, percebe. mas ninguém tem paciência pra acompanhar. o meu amor é mais caos que ordem, e minha vida é mais caos que ordem, sei dar conselhos mas não consigo segui-los. eu não escondo o segredo, se amor fosse só o bem venderia em farmácia. mas me disseram que remédio demais também faz mal. e olha que o amor não é remédio pra ninguém nessa vida de desencontros-desenganos-desgastes-desapegos. o amor é pra qualquer um, pular do precipício que nele existe que é para poucos. pouquíssimos.
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