sexta-feira, 1 de julho de 2011
o cheiro dele aparece no meio da tarde, interrompendo meu caminho, causando interferência em meus sentidos. eu tento não pensar nisso, deixo tudo no ‘talvez’, mas acontece. você me entende? entende? queimar-me com o calor ou o frio daquele corpo, limpar suas feridas, colocar panos frios para amenizar sua febre, entoar canções tarde da noite para que os seus pesadelos desapareçam. entende como eu desejo tudo nele, incluindo as desilusões? agora pergunto, quase cansada, você me entende? termino o dia com o pensamento de que o meu travesseiro, nem ele aguenta mais ouvir minhas besteiras.
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